domingo, 10 de junho de 2012

O abraço

Estudos têm revelado que a necessidade de ser tocado é inata no homem. O contato nos deixa mais confortáveis e em paz.
O Dr. Harold Voth, psiquiatra da Universidade de Kansas, disse: O abraço é o melhor tratamento para a depressão.
Objetivamente, ele faz com que o sistema imunológico do organismo seja ativado.
Abraçar traz nova vida para um corpo cansado e faz com que você se sinta mais jovem e mais vibrante.

No lar, um abraço todos os dias reforçará os relacionamentos e reduzirá significativamente os atritos.
Helen Colton reforça este pensamento: Quando a pessoa é tocada, a quantidade de hemoglobina no sangue aumenta significativamente. Hemoglobina é a parte do sangue que leva o suprimento vital de oxigênio para todos os órgãos do corpo, incluindo coração e cérebro.
O aumento da hemoglobina ativa todo o corpo, auxilia a prevenir doenças e acelera a recuperação do organismo, no caso de alguma enfermidade.
É interessante notar que reservamos nossos abraços para ocasiões de grande alegria, tragédias ou catástrofes.
Refugiamo-nos na segurança dos abraços alheios depois de terremotos, enchentes e acidentes.
Homens, que jamais fariam isso em outras ocasiões, se abraçam e se acariciam com entusiasmado afeto, depois de vencerem um jogo ou de realizarem um importante feito atlético.
Membros de uma família, reunidos em um enterro, encontram consolo e ternura uns nos braços dos outros, embora não tenham o hábito dessas demonstrações de afeição.
O abraço é um ato de encontro de si mesmo e do outro. Para abraçar é necessário uma atitude aberta e um sincero desejo de receber o outro.

Por isso, é fácil abraçar uma pessoa estimada e querida. Mas se torna difícil abraçar um estranho.
Sentimos dificuldade em abraçar um mendigo ou um desconhecido. E cada pessoa acaba por descobrir, em sua capacidade de abraçar, seu nível de humanização, seu grau de evolução afetiva.
É natural no ser humano o desejo de demonstrar afeição. Contudo, por alguma razão misteriosa, ligamos ternura com sentimentalidade, fraqueza e vulnerabilidade. Geralmente hesitamos tanto em abraçar quanto em deixar que nos abracem.
O abraço é uma afirmação muito humana de ser querido e de ter valor.
É bom. Não custa nada e exige pouco esforço. É saudável para quem dá e quem recebe.
*   *   *
Você tem abraçado ultimamente sua mulher, seu marido, seu pai, sua mãe, seu filho?
Você costuma abraçar os seus afetos somente em datas especiais?
Quando você encontra um amigo, costuma cumprimentá-lo simplesmente com um aperto de mão e um beijo formal?
A emoção do abraço tem uma qualidade especial. Experimente abraçar mais.
Vivemos em uma sociedade onde a grande queixa é de carência afetiva.
Que tal experimentar a terapia do abraço?

Redação do Momento Espírita, a partir de adaptação do texto A importância do abraço, do Prof. Jorge Luiz Brand e Rolando Toro Araneda, Biodança, coletânea de textos.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 2, ed. Fep.
Em 05.12.2011.

Os Girassóis

Você já viu um girassol?
Trata-se de uma flor amarela, muito grande, que gira sempre em busca do sol. E é por essa razão que é, popularmente, chamada de girassol.
Quando uma pequena e frágil semente dessa flor brota em meio a outras plantas, procura imediatamente a luz solar.
É como se soubesse, instintivamente, que a claridade e o calor do sol lhe possibilitarão a vida.
E o que aconteceria à flor se a colocássemos em uma redoma bem fechada e escura?
Certamente, em pouco tempo, ela morreria.
*   *   *
Assim como os girassóis, nosso corpo físico também necessita da luz e do calor solar, da chuva e da brisa, para nos manter vivos.
Mas não é só o corpo físico que precisa de cuidados para prosseguir firme. O Espírito igualmente necessita da Luz Divina para manter acesa a chama da esperança.
Precisa do calor do afeto, da brisa da amizade, da chuva de bênçãos que vem do alto.
Todavia, é necessário que façamos esforços para respirar o ar puro, acima das circunstâncias desagradáveis que nos envolvem.
Muitos de nós permitimos que os vícios abafem a nossa vontade de buscar a luz, e definhamos dia a dia como uma planta mirrada e sem vida.
Ou, então, nos deixamos enredar nos cipoais da preguiça e do desânimo e ficamos a reclamar da sorte, sem fazer esforços para sair da situação que nos desagrada.
É preciso compreender os objetivos traçados por Deus para a elevação de Seus filhos, que somos todos nós.
E para que possamos crescer, de acordo com os planos divinos, o Criador coloca à nossa disposição tudo o de que necessitamos.
É o amparo da família, que nos oferece sustentação e segurança em todas as horas...
A presença dos amigos nos momentos de alegria ou de tristeza a nos amparar os passos e a nos impulsionar para a frente.
São as possibilidades de aprendizado, que surgem a cada instante da caminhada, tornando-nos mais esclarecidos e preparados para decidir qual o melhor caminho a tomar.
Mas, o que acontece conosco quando nos fechamos na redoma escura da depressão ou da melancolia e assim permanecemos por vontade própria?
É possível que, em pouco tempo, nossas forças esmoreçam e não nos permitam, sequer, gritar por socorro.
Por essa razão, devemos entender que Deus tem um plano de felicidade para cada um de nós e que, para alcançá-lo, é preciso buscar os recursos disponíveis.
É preciso imitar os girassóis. Buscar sempre a luz, mesmo que as trevas insistam em nos envolver.
É preciso buscar o apoio da família, nos momentos em que nos sentimos fraquejar.
É preciso rogar o socorro dos verdadeiros amigos quando sentimos as nossas forças enfraquecendo.
É preciso, acima de tudo, buscar a Luz Divina que consola e esclarece, ampara e anima em todas as situações.
*   *   *
Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro véu o horizonte de tuas esperanças, e o convite da depressão rondar-te a alma, imita os girassóis e busca respirar o ar puro, acima das circunstâncias desagradáveis.
Quando as dificuldades e os problemas se fizerem insuportáveis, tentando sufocar-te a disposição para a luta, lembra-te dos girassóis e busca a Luz Divina através da oração sincera.
Redação do Momento Espírita utilizando pensamentos finais extraídos do texto do Momento Espírita Na barca do coração, disponível no CD Momento Espírita, v. 3, ed. Fep.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.
Em 09.03.2009.

OI Jesus, eu sou o Zé...

Oi, Jesus, Eu Sou o Zé

Cada dia, ao meio dia, um pobre velho entrava na igreja e, poucos minutos depois, saía. Um dia, o sacristão lhe perguntou o que fazia, pois havia objetos de valor na igreja.

Venho rezar, respondeu o velho.

Mas é estranho, disse o sacristão, que você consiga rezar tão depressa.

Bem, retrucou o velho, eu não sei rezar aquelas orações compridas. Mas todo dia, ao meio dia, eu entro na igreja e falo: "Oi, Jesus, eu sou o Zé, vim Lhe visitar".

Num minuto, já estou de saída. É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza que Ele me ouve.

Alguns dias depois, Zé sofreu um acidente e foi internado num hospital. Na enfermaria, passou a exercer grande influência sobre todos.

Os doentes mais tristes tornaram-se alegres e, naquele ambiente onde antes só se ouviam lamentos, agora muitos risos passaram a ser ouvidos.

Um dia, a freira responsável pela enfermaria aproximou-se do Zé e comentou: os outros doentes dizem que você está sempre tão alegre, Zé...

O pobre enfermo respondeu prontamente: é verdade, irmã. Estou sempre muito alegre! E digo-lhe que é por causa daquela visita que recebo todos os dias. Ela me faz imensamente feliz.

A irmã ficou intrigada. Já tinha notado que a cadeira encostada na cama do Zé estava sempre vazia. Aquele velho era um solitário, sem ninguém.

Quem o visita? E a que horas? Perguntou-lhe.

Bem, irmã, todos os dias, ao meio dia, ele vem ficar ao pé da cama por alguns minutos, talvez segundos... Quando olho para Ele, Ele sorri e me diz: "Oi, Zé, eu sou Jesus, vim te visitar".

A história é singela e seu autor é desconhecido.

No entanto, o ensinamento que contém nos faz refletir profundamente.

Fala-nos da fé, da simplicidade, da dedicação e da perseverança.

Quem de nós dispõe, como o Zé, diariamente, de alguns minutos para falar com Jesus?

Muitos ainda confundimos a oração com um amontoado de palavras que vão saindo da boca, destituídas de sentimento e de humildade.

Quantos de nós temos tal perseverança, tanto nas horas de alegria quanto nas de dor, para elevar o pensamento a Jesus, confiando-lhe a nossa intimidade, com a certeza de que ele nos ouvirá?

A oração é uma ponte que se distende da alma opressa para que o alívio possa chegar.

"É o fio misterioso, que nos coloca em comunhão com as esferas divinas."

"É um bálsamo que cura nossas chagas interiores."

"É um templo, em cuja doce intimidade encontraremos paz e refúgio".

Enfim, "para as sombras da nossa alma, a oração será sempre libertadora alvorada, repleta de renovação e luz."

É importante que cultivemos a fé inabalável nas soberanas leis que regem a vida e das quais o Sublime Galileu nos trouxe notícias.

É preciso orar, ainda que a nossa oração seja singela, mas que seja movida pelo sentimento.

...............

"Orando, chegarás ao Senhor, que te deu, na prece, um meio seguro de comunicação com a infinita bondade de Deus, em cujo seio dessedentarás o espírito aflito..."
 

Autor:
Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita

Divulgando

quarta-feira, 6 de junho de 2012

UNIÃO ESPÍRITA ANDRÉ LUIZ - CAMPO GRANDE/MS: CASO DE OBSESSÃO INFANTIL

UNIÃO ESPÍRITA ANDRÉ LUIZ - CAMPO GRANDE/MS: CASO DE OBSESSÃO INFANTIL: L. D. M., menina de seis anos, compareceu com a mãe à Sociedade Espírita "Joanna de Ângelis". Esta informou que a filha era hiperativa, ...

CASO DE OBSESSÃO INFANTIL

L. D. M., menina de seis anos, compareceu com a mãe à Sociedade Espírita "Joanna de Ângelis". Esta informou que a filha era hiperativa, com um gênio muito difícil e que, inclusive, dizia não gostar da própria mãe. À noite, desde muito pequena, gritava, chorava,mas, de dia, não se lembrava de nada. Ultimamente, porém, L.D.M. passou a dizer que via junto à sua cama uma mulher muito feia, a lhe dar ordens, até mesmo falando que deveria infernizar a vida dos pais, em especial, a da mãe, pois que esta era muito má. A menina contou o fato ao pai e este à esposa. De início procuraram uma psicóloga, porém, houve pouca melhora. Em meio a vários conselhos de parentes e amigos, resolveram procurar um centro espírita, porque em certos momentos a filha parecia uma pessoa adulta nas atitudes agressivas em relação à mãe e, em outros, era carinhosa e agia como uma criança de sua idade. Ali estavam as duas buscando ajuda. Após as orientações habituais e necessárias à situação, a mãe se comprometeu a seguir o tratamento espiritual para a menina, o que realmente aconteceu, havendo, logo depois, a aquiescência e comparecimento do pai. Os nomes foram encaminhados para a reunião de desobsessão. O espírito se comunicou. Era uma mulher que dizia se vingar da mãe da criança, porque esta lhe tomara o amante, em existência anterior, e agora ainda estava com ele, como marido e pai da menina. Resolveu, então, que, para sua vingança, deveria castigar a mãe através da filha. Foi esclarecido ao espírito comunicante que a sua atuação malévola não lhe traria de volta o ex-amante, pois ele amava muito à filha e, se tomasse conhecimento do que ela estava fazendo, passaria a odiá-la. Que o melhor para ela própria seria o de atuar pelo amor, pela dedicação ao bem, que com este procedimento conquistaria o respeito e a admiração do homem a quem amava. Também lhe foi mostrada a necessidade de procurar a sua felicidade pessoal, que à sua frente se abria um caminho novo, junto a entes queridos ao seu coração, aos quais não percebia, por ter a mente fixada na idéia da vingança e no empenho de reconquistar o amor de outrora. As argumentações tocaram as fibras mais sensíveis da mulher, que ali mesmo desistiu de seus propósitos, partindo para uma nova vida ao lado de espíritos que a amavam. A partir do tratamento espiritual, a menina teve uma notável transformação e o lar foi pacificado. (Suely C. Shubert, Mediunidade e Obsessão em crianças)

TERAPIAS PARA TRATAMENTO DE CRIANÇAS OBSSEDIADAS

TERAPIAS NA CASA ESPÍRITA
1.    Passes e água fluidificada
2.    Tratamento desobsessivo
3.    Orientação aos pais
4.    A  Escola de Evangelização Espírita Infantil / Mocidade Espírita
5.    A caridade
6.    O Livro Espírita Infanto-juvenil
7.    A Escola Espírita- Centro de Indução espiritual    



      TERAPIAS NO LAR
1.    O Culto do Evangelho no lar
2.    Conversa com o filho no momento do sono
3.    Diálogo Fraterno
4.    A criança e os pais no trabalho da caridade

COMPORTAMENTO DA CRIANÇA OBSEDIADA

                             
A ação dessas entidades inferiores se mostra de diferentes maneiras, desde as perturbações do sono, causando pesadelos que infundem o terror noturno, tanto quanto provocando inquietação, irritação, medo, agressividade, mudança de comportamento, depressão, tristeza, complexos diversos, perturbações de aprendizado, até suscitando idéias terríveis de maldades, suicídio, etc.  

Diante de um quadro destes, os pais mais previdentes logo encaminham os filhos para médicos e psicólogos, cujo valor desses profissionais reconhecemos, mas que no âmbito das patologias espirituais quase nada poderão fazer.
Ao longo dos anos, temos acompanhado muitos casos de obsessão na infância, como também de assédios de espíritos perseguidores provocando reações sofridas nas pequenas vítimas de hoje.
A palavra final deste capítulo é de Divaldo Franco, esclarecendo quanto à questão de processos obsessivos na infância, conforme registra o livro "Palavras de Luz". Ele afirma:
"A criança, portadora de uma problemática de tal natureza (a obsessão), deve receber passes na casa espírita em dia próprio, usar água fluidificada. Devem ser orientados os seus pais para melhor saberem conduzir-se junto à criança e como conduzi-la, a fim de minimizar-lhe a dor e libertá-la desta aflição que procede de vidas passadas.
Obsessões, obsessores, inimigos, violência em múltiplos níveis, desencontros, o caos das emoções, enfim, tudo o que é decorrência do mal e da ignorância decorre da ausência de amor. Por isto, crianças sofrem, adultos sofrem - espíritos em processo evolutivo. Fizemos opções desastrosas no uso de nosso livre-arbítrio e colhemos o que semeamos, pois a Lei Divina prescreve "a cada um segundo as suas obras".
Hoje, sabemos que o amor é, também, uma terapia. Que alcança o cerne da alma. Suas propriedades curativas estão à disposição de todos, como filhos de Deus, que nos criou no supremo Amor.

OBSESSÃO NA INFÂNCIA: POR QUE OCORRE?


Durante muito tempo, mesmo em nosso meio espírita, havia a idéia de que a criança não sofria atuações de obsessores, de que era cercada de defesas naturais, como, por exemplo, a presença de seu anjo guardião, ou espírito protetor. A prática, porém, mostrou outra realidade. Assim, muitos dos achaques, doenças e problemas apresentados na fase infantil, aos poucos, foram sendo identificados como presenças de espíritos perseguidores, evidenciando que processos obsessivos também atingem as crianças.
A respeito deste assunto, encontramos em "O Livro dos Espíritos" preciosas elucidações. Vejamos, por exemplo, a afirmação que se segue:
"Aliás, não é racional considerar-se a infância como um estado normal de inocência. Não se vêem crianças dotadas dos piores instintos, numa idade em que ainda nenhuma influência pode ter tido a educação? Algumas não há que parecem trazer do berço a astúcia a felonia, a perfídia, até o pendor para o roubo e para o assassínio, não obstante os bons exemplos que de todos os lados se lhes dão?
"Donde a precoce perversidade, senão da inferioridade do Espírito, uma vez que a educação em nada contribuiu para isso? As que se revelam viciosas, é porque seus Espíritos muito pouco hão progredido. Sofrem, então, por efeito desta falta de progresso, as conseqüências, não dos atos que praticam na infância, mas de suas existências anteriores". (Questão 199-1) (Allan Kardec, O livro dos Espíritos)
A visão do Espiritismo em relação à criança obsidiada é holística, pois que não a dissocia, na sua forma atual, do adulto de ontem quando contraiu o débito. Ensina que infantil é somente o corpo, já que o Espírito possui uma diferente idade cronológica, nada correspondente à da matéria. Além disso, propõe que se cuide não só da saúde imediata, mas sobretudo da disposição para toda uma existência saudável, que proporcionará uma reencarnação vitoriosa, o que equivale dizer, rica de experiências iluminativas e libertadoras. Adimos a terapia do amor dos pais e demais familiares envolvidos no drama que afeta a criança". (Trilhas da Libertação, Manoel P.de Miranda)

CRIANÇA



A criança não é uma tabula rasa, não é um adulto em miniatura, mas um espírito imortal, dono de um fantástico acervo de experiências decorrentes de suas encarnações anteriores.

Lições de Egoísmo.



Um dia, havia sido trazido um bolo à criança, e, como é geralmente o hábito, se lhe disse: "Tu o comerás se fores obediente;" primeira lição de gulodice.

Quantas vezes não chega a dizer, à mesa, a uma criança, que não comerá de tal gulodice se chorar. "Faze isto, faze aquilo, se lhe diz, e tu terás do creme" ou alguma outra coisa que possa lhe apetecer; e a criança é constrangida, não pela razão, mas tendo em vista satisfazer um desejo sensual que lhe incentivam.


É bem pior ainda quando se lhe diz, o que não é menos freqüente, que se dará sua parte a uma outra criança; aqui não é mais a gulodice só que está em jogo, é a inveja; a criança fará isso que lhe mandam, não só para ter aquilo que deseja, mas para que um outro não tenha. 


Quer se lhe dar uma lição de generosidade? diga-se-lhe: "dá esse fruto ou esse ou esse brinquedo a um tal." Se ela recusa, não deixam de acrescentar, para simular nela um bom sentimento: "Eu te darei um outro;



Assim a criança só decide a ser generosa senão quando está certa de nada perder.

Paulo Neto

O médium Curador PAULO NETO, estará atendendo domingo as 14:30 na UNIÃO ESPÍRITA ANDRÉ LUIZ, as pessoas que quiserem ser atendidas, favor chegar com antecedencia.