sábado, 3 de dezembro de 2011

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

ENCONTRO MENSAL - IEC - PÉ NO CHÃO

TRABALHANDO PRA ALGO MELHOR....

POSANDO PRA FOTO..

COMEMORANDO ANIVERSARIO DA FATINHA...02/02/2011

DESCONTRAÇÃO



terça-feira, 13 de setembro de 2011



Fonte Limpa e Luz Acesa



Façamos o que pudermos pela divulgação da Doutrina, mas não a atropelemos ...
A pretexto de sua difusão mais rápida, não podemos trair-lhe os princípios.
Tudo segue ritmo normal.
O mundo não será espírita hoje nem tampouco amanhã ...
Aliás, o mundo tornado espírita é o mundo tornado bom.
O Espiritismo está na Natureza; ele também se propaga pela força das circunstâncias...
Nada consegue calar a voz da Verdade.
Tudo é uma questão de tempo e maturidade espiritual.
O que precisamos é de manter a fonte sempre pura ...
Quem tiver sede virá beber.
É óbvio que, sendo possível, é nosso dever estender o copo d'água ao sedento.
Agora, precisamos ter o máximo cuidado para não conspurcarmos a fonte.
Continuemos fazendo pela expansão da Doutrina o que pudermos, mas sem aflição, sem negociatas ou contemporizações.
É melhor que avancemos 1 milímetro de cada vez do que darmos um salto de 10 metros para o abismo...
A função do homem do farol é a de manter a sua luz acesa: os navios é que devem ir no rumo seguro ...

Francisco Candido Xavier
                       

terça-feira, 19 de julho de 2011

Por me divorciar, terei que casar com ele na próxima vida?

Por me divorciar, terei que casar com ele na próxima vida?

Meu casamento vai muito mal e ouvi numa palestra na casa espírita que não adianta se separar. Vamos ter que voltar a ficar juntos na próxima reencarnação? Então, para que serve o divórcio, que pelo o que compreendi também nem é contra a Lei de Deus?

Pergunta de Maria Cristina, de São Paulo – SP.

A sua pergunta, Maria Cristina, pode ser traduzida pela seguinte forma: Se eu cometer o ‘pecado’ do divórcio, Deus vai me dar um ‘castigo’ na próxima vida, obrigando que me case novamente com meu marido para ‘pagar’ minha falta com esse ‘sofrimento’.

Um dia, visitando camponeses chilenos para uma aula, o educador brasileiro Paulo Freire, depois de um grave silêncio inicial, teve uma conversa mais ou menos assim:

– Fale o senhor, pois nós não sabemos nada e o senhor é doutor – quebra gelo um camponês.

– Por que vocês não sabem nada e eu sei? – questiona o educador.

– Porque seu pai deu educação e nós somos camponeses pobres, sem estudo, trabalhando de sol a sol, sem esperança.

– E por que ao camponês falta tudo isso?

– Porque Deus quis assim.

– Se você tem três filhos –argumentou Paulo Freire –, mandaria um para a escola ter futuro, dando todas as condições a ele, deixando os outros dois na ignorância e sofrimento?

– Ninguém faria isso! – responderam os camponeses.

– Então, por que Deus seria tão injusto?

A palestra sobre o divórcio que você ouviu numa casa espírita foi feita por quem não conhece a moral racional proposta pelo espiritismo, mas sim a moral dogmática, ao propor um Deus vingativo e cruel que castiga quem infringe suas leis. Segundo o palestrante, suas opções seriam sofrer agora para pagar os erros do passado ou adiar o sofrimento para a outra vida. E depois disso? Você poderia perguntar: Deus me daria só vidas felizes como recompensa?

Ninguém sofre para pagar pecados. O sofrimento é uma consequência das imperfeições, criadas pelas escolhas de cada um. Ele mesmo é o responsável para superar os hábitos que criou! Não só Deus não castiga como as circunstâncias principais de nossas vidas são escolhas de nós mesmos, como espíritos antes desta vida, com a finalidade de enfrentar circunstâncias que revelem nossas imperfeições, para reconhecê-las e superá-las.

O casamento não é um contrato onde duas pessoas são obrigadas a respeitar deveres e obrigações. A união conjugal deve ter o mesmo fundamento da amizade criativa, onde se compartilham objetivos, dificuldades e esperanças. Uma amizade só dura quando os desencontros e dificuldades não são suficientes para quebrar o laço que os une, o que deve ser mantido pelos dois. É ilusão imaginar que essa chama se mantenha por um só. Enquanto o amor é espiritual, o divórcio resolve um problema humano.

Seria muito mais fácil deixar que o castigo divino fosse uma troca de nossos problemas, mas isso não existe. Só há um caminho real: assumir nossas escolhas, tomar decisões conscientes e lidar com as consequências com planejamento, maturidade e moderação. Aprender com nossos erros é a verdadeira fonte da felicidade futura.

sábado, 2 de julho de 2011

Moços

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O Amor

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Todo dia podemos recomeçar, inventar uma nova maneira de se ser feliz, corrigir os erros, fazer um novo fim para as nossas vidas.
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25/07

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A REGRA DO AJUDAR



   Se procuras conhecer as regras do auxilio ao próximo, beneficiando a ti mesmo, não te esqueças de amar o companheiro da jornada terrestre, tanto quanto desejas ser querido e amparado por ele.

   A pretexto de cultivar a verdade, não transformes a existência num campo de batalha em que teus pés atravessem, qual furioso combatente no deserto; recorda que a maioria dos enfermos conhece, de algum modo, a moléstia que lhes é própria, reclamando amizade e entendimento, acima da medicação.

   Lembra-te que não há corações na Terra, sem problemas difíceis de resolver; em razão disso, aprende a cortesia fraternal para com todos.

   Acolhe o irmão do caminho, não somente com a saudação recomendada pelos imperativos da polidez, mas também com o calor do teu sincero propósito de servir.

   Fixa nos olhos as pessoas que te dirigirem a palavra, testemunhando-lhes carinhoso interesse, e guarda sempre a posição de ouvinte delicado e atencioso; não levantes demasiadamente a voz, porque a segurança e a serenidade com que os mais graves assuntos devem ser tratados não dependem de ruído.

   Abstém-te das conversações improfícuas; o comentário menos digno é sempre invasão delituosa em questões pessoais.

   Louva quem trabalha e, ainda diante dos maus e dos ociosos, procura exaltar o bem que são susceptíveis de produzir.

    Foge ao pessimismo, guardando embora a prudência indispensável perante as criaturas arrojadas em negócios respeitáveis, mas passageiros, do mundo; a tristeza improdutiva, que apenas sabe lastimar, nunca foi útil à Humanidade, necessita de bom ânimo.

   Usa, quotidianamente, a chave luminosa do sorriso fraterno; com o gesto espontâneo de bondade, podemos suster muitos crimes apagar muitos males.

   Faz o possível para ser pontual; não deixes o companheiro à tua espera, a fim de que não te seja atribuída uma falsa importância.

   Agradece todos os benefícios da estrada, respeitando os grandes e os pequenos; se o Sol aquece a vida, é a semente de trigo que fornece o pão.

   Deixa que as águas vivas e invisíveis do Amor, que procedem de Deus, atravessem o teu coração, em favor do círculo de luta em que vives; o Amor é a força divina que engrandece a vida e confere poder.

   Façamos, sobretudo, o melhor que pudermos, na felicidade e na elevação de todos os que nos cercam, não somente aqui, mas em qualquer parte, não somente hoje, mas sempre.

   Para conseguires executar esta regra, a boa-vontade é nosso recurso de cada hora.


   (Jesus no Lar / Neio Lúcio / Francisco Cândido Xavier.

Palestra dia 18/07/2011

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Palestra do dia 11/07/2011

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Comemorando


Trabalhadoras Ilete, Marina e Suely no Aniversário da Salete

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Encerramento e Confraternização









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Estudando André Luiz I







































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